Isso acontece em muitas operações de delivery e pode gerar bastante confusão para quem administra uma salgaderia.

Imagine vender 100 salgadinhos por R$ 75,00. Em um pedido, a loja recebe determinado valor. Em outro, vendendo exatamente o mesmo produto, o repasse é diferente.

Mas por quê?

A resposta está nas condições financeiras de cada venda.

O pedido pode ter entrega realizada por parceiros do iFood ou pela própria loja. Pode participar de promoções, receber cupons, envolver subsídios de entrega ou outras cobranças e ajustes.

O mesmo produto, vendido pelo mesmo preço, não necessariamente deixa o mesmo resultado financeiro para a salgaderia.

Neste artigo, vou explicar por que isso acontece, como identificar as principais variáveis e o que você deve analisar antes de definir seus preços ou participar das promoções do iFood.

1. Por que o mesmo produto pode gerar repasses diferentes no iFood?

Muitos donos de salgaderias acreditam que basta conhecer a comissão do iFood para calcular quanto receberão em cada pedido.

Mas a realidade pode ser mais complexa.

Dependendo das condições comerciais e promocionais, diferentes fatores podem influenciar o resultado:

  • Comissão da plataforma.
  • Taxas relacionadas ao processamento de pagamentos.
  • Modalidade de entrega.
  • Descontos financiados pela loja.
  • Cupons e incentivos financiados pelo iFood.
  • Subsídios de frete.
  • Ajustes e outras cobranças previstas nas condições comerciais.

Isso significa que dois pedidos de R$ 75,00 podem apresentar valores líquidos diferentes.

O importante é compreender quais cobranças são responsabilidade da loja e quais benefícios são financiados pela plataforma.

Nem todo desconto anunciado ao cliente representa uma despesa do estabelecimento.

E nem todo valor recebido da plataforma representa lucro.

2. Entrega Parceira e entrega própria: qual é a diferença?

Uma das principais variáveis na gestão de delivery é a modalidade de entrega.

O iFood trabalha com diferentes modelos logísticos, que podem envolver estruturas comerciais e responsabilidades distintas.

Entrega Parceira

Nesse modelo, a entrega é realizada por entregadores disponibilizados por meio da logística da plataforma, conforme as condições aplicáveis ao estabelecimento.

A loja precisa verificar sua comissão, eventuais cobranças logísticas e a responsabilidade pelos benefícios de entrega.

É importante não presumir que todas as entregas realizadas por parceiros possuem o mesmo custo para todos os restaurantes.

Entrega própria

Nesse modelo, o estabelecimento organiza a entrega por conta própria ou por meio de prestadores contratados.

A operação pode envolver despesas com:

  • Pagamento dos entregadores.
  • Combustível ou deslocamento, quando aplicável.
  • Organização das rotas.
  • Tempo de entrega.
  • Eventuais subsídios oferecidos aos clientes.

Esses gastos podem acontecer fora dos demonstrativos financeiros do iFood.

Qual modalidade gera mais lucro?

Depende.

Uma entrega própria pode apresentar um repasse maior no aplicativo, mas também gerar custos pagos diretamente pelo estabelecimento.

Já a Entrega Parceira pode apresentar condições comerciais diferentes, dependendo do contrato e dos serviços utilizados.

A comparação correta não é apenas quanto o iFood repassou, mas quanto realmente restou depois de considerar os custos de cada modalidade.

3. Quais taxas o iFood cobra?

As taxas dependem do plano contratado e das condições comerciais da loja.

Podem existir cobranças relacionadas à intermediação dos pedidos, ao processamento de pagamentos e a outros serviços.

Por isso, não é adequado afirmar que todas as salgaderias pagam exatamente a mesma porcentagem em todas as situações.

Também é importante diferenciar:

Comissão: valor cobrado pela plataforma conforme as condições comerciais do estabelecimento.

Taxa de pagamento: cobrança relacionada ao processamento dos pagamentos, quando aplicável.

Serviços logísticos: cobranças ou condições financeiras associadas à entrega, conforme o modelo utilizado.

Mensalidade: cobrança periódica prevista em determinados planos e condições contratuais.

Outros ajustes: lançamentos financeiros que podem aparecer nos demonstrativos, conforme a situação do pedido.

A mensalidade, quando existir, deve ser considerada na análise do resultado da operação, mas não deve ser descontada integralmente de cada pedido.

Para calcular o custo por pedido, é possível distribuí-la por um critério consistente, como o número de pedidos realizados no período.

O melhor caminho é consultar o contrato da sua loja e conferir os demonstrativos financeiros no Portal do Parceiro.

4. Como as promoções do iFood influenciam o valor recebido?

As promoções podem aumentar a visibilidade dos produtos e incentivar a compra, mas também podem alterar o resultado financeiro do pedido.

O primeiro passo é descobrir quem financia o desconto.

Vamos considerar três situações hipotéticas.

Situação A — Venda sem promoção

O cliente compra um produto por R$ 75,00, sem receber descontos promocionais.

O resultado dependerá das taxas e demais condições aplicáveis.

Situação B — Desconto financiado pela loja

O produto custa R$ 75,00, mas a loja financia R$ 10,00 de desconto.

Nesse caso, o estabelecimento assume o custo do benefício, observadas as regras da campanha e a incidência efetiva das taxas.

Situação C — Desconto financiado pelo iFood

O cliente também recebe um desconto de R$ 10,00, mas o incentivo é financiado pela plataforma.

Nesse cenário, o impacto financeiro para a loja pode ser diferente da situação anterior.

Isso não significa que toda promoção financiada pelo iFood tenha impacto zero sobre o resultado, pois as demais condições comerciais também precisam ser consideradas.

O valor do desconto recebido pelo consumidor não é necessariamente igual ao valor financiado pela salgaderia.

Por isso, antes de participar de qualquer promoção, consulte as regras específicas da campanha.

5. Entrega grátis no iFood: quem realmente paga?

A expressão “entrega grátis” costuma chamar a atenção dos clientes.

Mas existe uma diferença importante entre oferecer entrega grátis ao consumidor e realizar uma entrega sem custos.

Em algumas campanhas, a loja pode financiar parte ou a totalidade do benefício.

Em outras, podem existir incentivos da própria plataforma.

Imagine uma venda em que o estabelecimento precise financiar R$ 8,99 do frete.

Esse valor deverá ser considerado no resultado da operação, desde que ainda não esteja incluído em outra cobrança contabilizada.

Entretanto, não podemos assumir que toda oferta de entrega grátis custará exatamente R$ 8,99 à loja.

O valor depende das condições aplicáveis.

A pergunta correta não é apenas “a entrega é grátis?”, mas “quanto essa entrega realmente custa para minha salgaderia?”.

6. Simulação: vendendo 100 bolinhas de queijo por R$ 75,00

Vamos utilizar como referência a ficha técnica da minha fábrica de salgados.

Para produzir 100 bolinhas de queijo, utilizamos:

IngredienteCusto estimado
Massa prontaR$ 2,02
MuçarelaR$ 10,50
Farinha de empanarR$ 1,50
Óleo de frituraR$ 2,13
EmbalagemR$ 2,50
TotalR$ 18,65

Esse valor representa o custo estimado dos insumos e da embalagem.

Ainda não estão incluídos todos os custos de fabricação, impostos e despesas operacionais.

Agora vamos utilizar uma taxa percentual hipotética de 27% sobre o preço cheio, exclusivamente para facilitar a explicação.

Atenção: essa porcentagem é uma premissa didática, não uma taxa universal cobrada pelo iFood. As condições reais podem ser diferentes, inclusive quanto à base de cálculo das cobranças.

Pedido A — Sem desconto ou frete subsidiado pela loja

DescriçãoValor
Preço do produtoR$ 75,00
Taxas hipotéticas de 27%− R$ 20,25
Insumos e embalagem− R$ 18,65
Valor restanteR$ 36,10

Nessa situação, restariam R$ 36,10 antes dos demais custos e despesas.

Esse valor não representa lucro líquido.

Pedido B — Com R$ 10 de desconto financiado pela loja

Vamos manter, apenas para esta comparação didática, as mesmas taxas hipotéticas calculadas sobre o preço cheio.

DescriçãoValor
Preço do produtoR$ 75,00
Taxas hipotéticas− R$ 20,25
Desconto pago pela loja− R$ 10,00
Insumos e embalagem− R$ 18,65
Valor restanteR$ 26,10

Observe que o produto continua sendo o mesmo.

O custo de fabricação também não mudou.

Mas o valor restante diminuiu porque a loja financiou um desconto.

Pedido C — Com desconto e frete subsidiado

Agora imagine que a loja financie R$ 10,00 de desconto e mais R$ 8,99 de entrega.

DescriçãoValor
Preço do produtoR$ 75,00
Taxas hipotéticas− R$ 20,25
Desconto pago pela loja− R$ 10,00
Frete financiado pela loja− R$ 8,99
Insumos e embalagem− R$ 18,65
Valor restanteR$ 17,11

Temos três situações com o mesmo produto e o mesmo preço de cardápio.

Entretanto, os valores restantes são diferentes.

Isso acontece porque as condições comerciais utilizadas na simulação não são iguais.

Na prática, a base de incidência das taxas e o financiamento dos benefícios precisam ser verificados no demonstrativo real do pedido.

7. Comparação dos três pedidos

Veja os resultados lado a lado:

IndicadorPedido APedido BPedido C
Preço de cardápioR$ 75,00R$ 75,00R$ 75,00
Taxas hipotéticasR$ 20,25R$ 20,25R$ 20,25
Desconto da lojaR$ 0,00R$ 10,00R$ 10,00
Frete subsidiadoR$ 0,00R$ 0,00R$ 8,99
Insumos e embalagemR$ 18,65R$ 18,65R$ 18,65
Valor restanteR$ 36,10R$ 26,10R$ 17,11

Perceba que, entre a primeira e a terceira situação, existe uma diferença de R$ 18,99 no valor restante.

E estamos falando exatamente do mesmo produto.

É por isso que analisar somente o preço de venda pode levar o dono da salgaderia a conclusões equivocadas.

Os valores são hipotéticos, e ainda seria necessário considerar os demais custos e despesas para calcular a lucratividade.

8. Receber mais do iFood não significa lucrar mais

Esse é um dos erros mais comuns na gestão de delivery.

Imagine que dois pedidos apresentem repasses diferentes.

No primeiro, a logística é realizada por parceiros da plataforma.

No segundo, a entrega é organizada pelo restaurante.

Se o segundo pedido gerar um repasse maior, pode parecer que foi mais lucrativo.

Mas e se a loja precisar pagar um entregador diretamente?

Nesse caso, o custo da entrega poderá não estar refletido no repasse do aplicativo.

Por isso, precisamos diferenciar três informações:

Valor da venda: quanto foi comercializado, de acordo com a composição financeira do pedido.

Repasse da plataforma: quanto é destinado ao estabelecimento após os ajustes e cobranças aplicáveis, observando a forma de pagamento.

Resultado financeiro do pedido: valor restante depois de considerar também os custos efetivos da venda e da operação.

Esses três números não devem ser confundidos.

O repasse bancário de um período também não deve ser utilizado automaticamente como resultado de um pedido individual, pois pode reunir diferentes vendas e ajustes.

9. Como analisar corretamente os pedidos no Portal do Parceiro?

Uma forma de melhorar a gestão financeira é acompanhar os detalhes dos pedidos e os relatórios disponibilizados pelo iFood.

Ao analisar uma venda, procure identificar:

  1. Valor dos produtos: o preço e a quantidade dos itens vendidos.
  2. Descontos: quanto foi concedido e quem financiou o benefício.
  3. Taxas: quais cobranças foram aplicadas à venda.
  4. Modalidade de entrega: quem realizou a logística.
  5. Custos de entrega: quanto ficou sob responsabilidade do estabelecimento.
  6. Incentivos: valores financiados pela plataforma, quando houver.
  7. Forma de pagamento: como o cliente pagou e como o dinheiro será recebido.
  8. Valor líquido atribuível ao pedido: resultado dos componentes financeiros registrados.
  9. Custos externos: valores pagos diretamente pelo restaurante que não aparecem como desconto no relatório.

Depois, compare essas informações com sua ficha técnica.

Se sua loja pagou algum custo fora da plataforma, ele também precisa entrar na análise.

Evite descontar novamente valores que já tenham sido abatidos do repasse.

Essa conferência é fundamental para não calcular o custo duas vezes.

10. Como calcular o resultado estimado de um pedido?

Uma alternativa prática é partir do valor líquido atribuível à venda, depois de compreender sua composição financeira.

A fórmula simplificada é:

Valor restante = recebimentos líquidos atribuíveis ao pedido − custos ainda não descontados.

Se houver recebimentos feitos diretamente pela loja e que não estejam incluídos no valor líquido utilizado, eles também deverão ser considerados.

Vamos imaginar o seguinte exemplo hipotético:

DescriçãoValor
Valor líquido atribuível ao pedidoR$ 50,00
Insumos e embalagem− R$ 18,65
Entrega paga por fora− R$ 8,00
Valor restanteR$ 23,35

Nesse exemplo, sobrariam R$ 23,35 depois dos custos apresentados.

Mas ainda não podemos chamar esse valor de lucro líquido.

Precisamos considerar outros custos e despesas, como mão de obra, energia, gás, impostos e estrutura administrativa.

O objetivo desse cálculo é permitir que o gestor compreenda melhor o resultado de cada venda.

Calculadora de resultado por pedido no iFood

Analise um pedido por vez. Digite os valores em reais, como 75,00. Informe 0,00 quando não houver custo ou recebimento.

Evite dupla contagem: taxas, cupons, promoções ou entrega já descontados do repasse não devem ser subtraídos novamente. Não existe uma taxa única aplicada por esta calculadora.

Use o demonstrativo deste pedido, depois dos descontos já realizados. Não use o depósito bancário que reúne vários pedidos.
Informe apenas recebimentos deste pedido que ficaram fora do valor acima.
Some os ingredientes e a embalagem utilizados neste pedido.
Informe somente a entrega paga pela loja que ainda não foi descontada do repasse.
Inclua somente despesas deste pedido que não aparecem nos campos anteriores nem foram abatidas do repasse.
Valor restantePreencha os valores para calcular

Este valor não é lucro líquido. Ainda podem existir mão de obra, energia, gás, aluguel, manutenção, impostos e outras despesas não incluídas. Confira os lançamentos do pedido antes de tomar decisões.

11. Como saber se uma promoção do iFood vale a pena?

O número de pedidos, sozinho, não determina se uma campanha foi vantajosa.

Antes de participar, o salgadeiro deve verificar o investimento efetivo da loja e estabelecer um objetivo.

Uma promoção pode buscar:

  • Atrair novos clientes.
  • Aumentar a visibilidade dos produtos.
  • Melhorar a conversão do cardápio.
  • Aumentar o ticket médio.
  • Incentivar a venda de combos.
  • Recuperar clientes que deixaram de comprar.

Entretanto, essas possibilidades não garantem que a campanha será lucrativa.

É necessário acompanhar indicadores como custo do desconto, margem de contribuição, ticket médio e recompra.

Uma operação pode aumentar o faturamento e, ao mesmo tempo, reduzir sua margem.

Promoção boa não é necessariamente aquela que gera mais pedidos. É aquela que contribui para o objetivo da operação sem comprometer sua sustentabilidade financeira.

12. Os cinco erros mais comuns nas vendas pelo iFood

Erro 1 — Utilizar uma taxa fixa para todas as vendas

As condições comerciais e promocionais podem variar.

Não presuma que todo pedido terá exatamente os mesmos descontos.

Erro 2 — Copiar o preço do concorrente

Cada salgaderia pode ter custos de ingredientes, produção, logística e condições comerciais diferentes.

O preço de outra loja não deve substituir o cálculo dos seus custos.

Erro 3 — Ignorar o financiamento das promoções

Nem todo desconto apresentado ao consumidor é pago integralmente pelo restaurante.

Verifique sempre as regras de participação.

Erro 4 — Não contabilizar a entrega própria

Quando a loja paga o entregador diretamente, esse gasto deve ser considerado na análise.

Erro 5 — Confundir repasse com lucro

O valor recebido do iFood não corresponde automaticamente ao lucro da empresa.

Ainda existem custos e despesas que precisam ser pagos.

13. Perguntas frequentes sobre taxas e repasses do iFood

Por que recebo valores diferentes pelo mesmo produto no iFood?

Porque os pedidos podem envolver condições comerciais distintas, como promoções, descontos, subsídios de entrega, taxas e outros ajustes. Mesmo com o mesmo preço de cardápio, o valor repassado pode ser diferente.

O iFood cobra a mesma comissão em todas as vendas?

Não necessariamente. As condições dependem do plano, do contrato e das regras aplicáveis a cada situação. O estabelecimento deve consultar os valores efetivos nos relatórios financeiros.

Entrega Parceira sempre dá menos lucro que entrega própria?

Não. A análise depende do custo real de cada modalidade. Na entrega própria, por exemplo, podem existir gastos pagos diretamente ao entregador.

Quem paga os descontos das promoções do iFood?

Depende da campanha. O benefício pode ser financiado pela loja, pela plataforma ou por diferentes participantes, conforme as condições estabelecidas.

Vale a pena oferecer entrega grátis no iFood?

Pode valer, dependendo do custo efetivo para o restaurante, da margem disponível e do objetivo da campanha. Antes de oferecer o benefício, é importante calcular seu impacto financeiro.

O valor líquido informado pelo iFood é o lucro do restaurante?

Não. O valor líquido da plataforma não representa necessariamente o lucro da empresa. Ainda precisam ser considerados os custos e despesas que não foram descontados.

Como calcular quanto sobra em cada pedido?

Identifique os recebimentos líquidos atribuíveis à venda e desconte os custos que ainda não foram contabilizados, como insumos, embalagem e eventuais pagamentos de entrega. Depois, considere os demais gastos necessários para apurar o resultado completo.

Como saber se uma promoção está dando prejuízo?

Compare os recebimentos efetivos com os custos variáveis e demais gastos atribuíveis à venda. A análise da margem de contribuição ajuda a identificar se a campanha cobre os custos variáveis e quanto contribui para as despesas fixas.

14. Conclusão: vender mais não significa necessariamente ganhar mais

A gestão de delivery exige atenção aos números.

O mesmo produto, vendido pelo mesmo preço, pode apresentar resultados financeiros diferentes devido às condições de cada pedido.

Comissões, promoções, descontos, modalidades de entrega e subsídios podem alterar o valor recebido e os custos assumidos pela loja.

Por isso, o dono de uma salgaderia precisa ir além do preço do cardápio.

É necessário compreender os relatórios financeiros, acompanhar os custos de produção e analisar o que realmente sobra depois das vendas.

No delivery, não basta saber quanto você vendeu. É preciso saber quanto cada venda contribuiu para o resultado do seu negócio.

Esse conhecimento permite tomar decisões melhores sobre preços, promoções, logística e crescimento.

O mesmo produto, vendido pelo mesmo preço, não necessariamente deixa o mesmo resultado financeiro para a salgaderia.

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